Benefícios do tratamento medicinal da Cannabis para Doenças Neurológicas

Como tratar doenças neurológicas com cannabis

Doenças neurológicas, da enxaqueca à demência, afetam mais de um bilhão de pessoas no mundo e a proporção está crescendo com o envelhecimento da população. Conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) uma das doenças neurológicas mais comuns é a epilepsia.

Caracterizada por descargas elétricas anormais e excessivas do cérebro, causam manifestações involuntárias como convulsões. Mais comum no primeiro ano de vida e na terceira idade, muitas vezes os sintomas da epilepsia acontecem sem aviso e podem ocorrer até dormindo.

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CBD é seguro e eficaz

Nos últimos anos cresceu expressivamente o número de mães desesperadas em busca do tratamento com canabidiol para reduzir as crises convulsivas de seus filhos, já que os remédios convencionais acabam não surtindo efeitos muitas vezes. 

Uma série de estudos e pesquisas clínicas relatam que além de praticamente acabar com as crises, o óleo tem um efeito neuroprotetor, que protege os neurônios durante os ataques epiléticos, evitando a morte deles e a inflamação do cérebro.


Diagnósticos mais comuns em Doenças Neurológicas

Alzheimer

Esclerose múltipla

Parkinson

Acidente Vascular Cerebral (AVC)

Vamos começar
O tratamento?

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Dúvidas sobre o
Tratamento com Cannabis

. Para quais diagnósticos o tratamento com cannabis é recomendado?

A lista de diagnósticos aumenta a cada dia conforme novas pesquisas e descobertas vão sendo realizadas. Atualmente e cannabis medicinal é utilizada nos seguintes diagnósticos:

  1. Alzheimer
  2. Anorexia
  3. Ansiedade
  4. Artrite
  5. Artrose
  6. Autismo
  7. Câncer
  8. Danos hepáticos
  9. Dependência química
  10. Depressão
  11. Diabetes
  12. Doença de Chron
  13. Doenças auto imunes
  14. Doenças reumáticas
  15. Dor de cabeça, enxaqueca, dor crônica e outras dores
  16. Endometriose
  17. Enxaqueca
  18. Epilepsia e convulsões
  19. Esclerose Múltipla
  20. Esquizofrenia
  21. Fibromialgia
  22. Glaucoma
  23. HIV
  24. Insônia
  25. Neuropatias
  26. Obesidade
  27. Paralisia cerebral
  28. Parkinson
  29. Prolactinoma
  30. Psoríase
  31. Retocolite ulcerativa (RCU)
  32. Sequela de AVC
  33. Síndrome do pânico
  34. Síndrome do Túnel do Carpo
  35. Transtorno do Estresse Pós-Traumático (TEPT)
  36. Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)

. Como a cannabis age no meu corpo?

A cannabis age em nosso corpo através de um sofisticado sistema fisiológico que ajuda o corpo humano a manter o estado de equilíbrio funcional do organismo, regulando várias de suas funções, como:

  • Apetite;
  • Controle muscular;
  • Memória;
  • Sistema imunológico;
  • Qualidade do sono;
  • Humor;
  • Reação a estresse e dores
  • Entre outros

. Como posso iniciar meu tratamento?

Essa é uma dúvida frequente entre as pessoas que consideram iniciar o tratamento com cannabis medicinal.

O primeiro passo é agendar a consulta através de nosso sistema online ou pelo whastapp, o paciente recebe contato de nossa equipe para realizar a pré-consulta. No dia da teleconsulta o paciente recebe o link para consulta online e todas as demais instruções.

A UIDi auxilia o paciente em toda sua jornada até iniciar o tratamento e busca pela dose ideal, com monitoramento online e retorno após início do tratamento.

A partir daí, o paciente deve seguir caminhos diferentes dependendo da prescrição médica, sendo:

  1. Buscar uma associação que forneça o óleo nas condições prescritas pelo profissional. Atualmente são quase 50 associações no Brasil, como a Abrace, Apepi e a Santa Cannabis. Confira a lista completa aqui.
  2. Realizar a compra na farmácia, atualmente apenas 2 medicamentos são registrados, sendo eles: Mevatyl (Sativex) e Canabidio (Prati-Donaduzzi)
  3. Realizar a importação diretamente do fabricante no exterior.
    Para essa opção é necessário obter autorização da Anvisa e buscar empresas que façam esse link com os fabricantes, como por exemplo a TerraCannabis, que possui em seu catálogo mais de 100 produtos.
  4. Produzir o próprio remédio também é uma opção e realidade para mais de 130 famílias brasileiras que obtiveram na justiça um habeas corpus para plantio e extração caseira. As associações e grupos de advogados especialistas atuam para garantir esse direito aos pacientes.

. Como saber se o tratamento dará certo?

O tratamento com cannabis é altamente individualizado, entretanto cada vez mais é possível ver casos de melhora em qualidade de vida de muitos pacientes que iniciam o tratamento com cannabis medicinal para diversos diagnósticos.

É necessário uma observação constante pelo paciente ou seu responsável para encontrar “a dose ideal”, uma vez que cada organismo reage de maneira diferente pela individualidade do sistema endocanabinoide.

É preciso ter cuidado com as doses ao utilizar cannabis. Normalmente, o indicado por especialistas é iniciar com baixas dosagens e ir aumentando de acordo com as necessidades e as respostas do corpo.

Durante uma terapia utilizando canabinóides, é muito importante manter o corpo e mente equilibrados, com exercícios físicos e psicoterapia sempre que possível.

Ter um profissional médico especializado é essencial para o acompanhamento da terapia. Ele poderá orientar com sabedoria as dosagens e os índices de canabinóides necessários para o organismo e patologia.

. Quais efeitos-colaterais possíveis?

Os efeitos colaterais observados ocorrem em geral no período inicial do tratamento e dependem muito dos canabinoides que estão sendo ingeridos. Alguns efeitos mais comuns e são:

  • Tontura / sensação de estar aéreo
  • Enjoo
  • Dificuldade de foco
  • Agitação ou sonolência

Existem pessoa que fazem parte de grupos de risco para o uso de cannabis como tratamento, como por exemplo:

  • Pacientes cardíacos (que devem evitar altas doses de THC)
  • Pacientes hipotensos (evitar doses altas de CBD)
  • Portadores de doenças psicóticas (evitar doses altas de THC)
  • Portadores de doenças psiquiátricas (a critério médico)
  • Pacientes com pré-disposição para esquizofrenia (evitar THC sem CBD) Gestantes e lactantes Crianças e adolescentes (evitar doses altas de THC)

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