Benefícios do tratamento medicinal da Cannabis para Depressão

Canabidiol é uma alternativa eficaz para enfrentar a depressão

Antes mesmo da pandemia, já era enorme o número de pessoas com depressão, agora disparou. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) 5% da população, cerca de 350 milhões de pessoas, estão sofrendo com a doença. Aqui no Brasil, são mais de 11 milhões, o que coloca o país em primeiro lugar no número de casos na América Latina.

A depressão é um desequilíbrio no cérebro que envolve fatores biológicos, psicológicos, sociais e é muito difícil de superar sozinho. As mulheres são as que mais sofrem com a doença. A dupla jornada de trabalho, a maternidade, a vulnerabilidade social, as mudanças hormonais e também as particularidades do sistema neurológico são alguns dos fatores que contribuem para isso. 

ENTENDA A RELAÇÃO ENTRE CANNABIS E QUALIDADE DE VIDA

O tratamento com canabidiol, vem dando grandes resultados. Por ser um antidepressivo de ação rápida, estabiliza as substâncias químicas no cérebro, fazendo com que o paciente se sinta melhor. Além disso, diferente dos tratamentos convencionais para a depressão, o óleo de canabidiol apresenta riscos e efeitos colaterais muito pequenos ou mesmo inexistentes.


Diagnósticos mais comuns em Depressão

Ansiedade

Depressão

Dependência química

Síndrome do pânico

Transtorno do Estresse Pós-Traumático (TEPT)

Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)

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O tratamento?

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Dúvidas sobre o
Tratamento com Cannabis

. Para quais diagnósticos o tratamento com cannabis é recomendado?

A lista de diagnósticos aumenta a cada dia conforme novas pesquisas e descobertas vão sendo realizadas. Atualmente e cannabis medicinal é utilizada nos seguintes diagnósticos:

  1. Alzheimer
  2. Anorexia
  3. Ansiedade
  4. Artrite
  5. Artrose
  6. Autismo
  7. Câncer
  8. Danos hepáticos
  9. Dependência química
  10. Depressão
  11. Diabetes
  12. Doença de Chron
  13. Doenças auto imunes
  14. Doenças reumáticas
  15. Dor de cabeça, enxaqueca, dor crônica e outras dores
  16. Endometriose
  17. Enxaqueca
  18. Epilepsia e convulsões
  19. Esclerose Múltipla
  20. Esquizofrenia
  21. Fibromialgia
  22. Glaucoma
  23. HIV
  24. Insônia
  25. Neuropatias
  26. Obesidade
  27. Paralisia cerebral
  28. Parkinson
  29. Prolactinoma
  30. Psoríase
  31. Retocolite ulcerativa (RCU)
  32. Sequela de AVC
  33. Síndrome do pânico
  34. Síndrome do Túnel do Carpo
  35. Transtorno do Estresse Pós-Traumático (TEPT)
  36. Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)

. Como a cannabis age no meu corpo?

A cannabis age em nosso corpo através de um sofisticado sistema fisiológico que ajuda o corpo humano a manter o estado de equilíbrio funcional do organismo, regulando várias de suas funções, como:

  • Apetite;
  • Controle muscular;
  • Memória;
  • Sistema imunológico;
  • Qualidade do sono;
  • Humor;
  • Reação a estresse e dores
  • Entre outros

. Como posso iniciar meu tratamento?

Essa é uma dúvida frequente entre as pessoas que consideram iniciar o tratamento com cannabis medicinal.

O primeiro passo é agendar a consulta através de nosso sistema online ou pelo whastapp, o paciente recebe contato de nossa equipe para realizar a pré-consulta. No dia da teleconsulta o paciente recebe o link para consulta online e todas as demais instruções.

A UIDi auxilia o paciente em toda sua jornada até iniciar o tratamento e busca pela dose ideal, com monitoramento online e retorno após início do tratamento.

A partir daí, o paciente deve seguir caminhos diferentes dependendo da prescrição médica, sendo:

  1. Buscar uma associação que forneça o óleo nas condições prescritas pelo profissional. Atualmente são quase 50 associações no Brasil, como a Abrace, Apepi e a Santa Cannabis. Confira a lista completa aqui.
  2. Realizar a compra na farmácia, atualmente apenas 2 medicamentos são registrados, sendo eles: Mevatyl (Sativex) e Canabidio (Prati-Donaduzzi)
  3. Realizar a importação diretamente do fabricante no exterior.
    Para essa opção é necessário obter autorização da Anvisa e buscar empresas que façam esse link com os fabricantes, como por exemplo a TerraCannabis, que possui em seu catálogo mais de 100 produtos.
  4. Produzir o próprio remédio também é uma opção e realidade para mais de 130 famílias brasileiras que obtiveram na justiça um habeas corpus para plantio e extração caseira. As associações e grupos de advogados especialistas atuam para garantir esse direito aos pacientes.

. Como saber se o tratamento dará certo?

O tratamento com cannabis é altamente individualizado, entretanto cada vez mais é possível ver casos de melhora em qualidade de vida de muitos pacientes que iniciam o tratamento com cannabis medicinal para diversos diagnósticos.

É necessário uma observação constante pelo paciente ou seu responsável para encontrar “a dose ideal”, uma vez que cada organismo reage de maneira diferente pela individualidade do sistema endocanabinoide.

É preciso ter cuidado com as doses ao utilizar cannabis. Normalmente, o indicado por especialistas é iniciar com baixas dosagens e ir aumentando de acordo com as necessidades e as respostas do corpo.

Durante uma terapia utilizando canabinóides, é muito importante manter o corpo e mente equilibrados, com exercícios físicos e psicoterapia sempre que possível.

Ter um profissional médico especializado é essencial para o acompanhamento da terapia. Ele poderá orientar com sabedoria as dosagens e os índices de canabinóides necessários para o organismo e patologia.

. Quais efeitos-colaterais possíveis?

Os efeitos colaterais observados ocorrem em geral no período inicial do tratamento e dependem muito dos canabinoides que estão sendo ingeridos. Alguns efeitos mais comuns e são:

  • Tontura / sensação de estar aéreo
  • Enjoo
  • Dificuldade de foco
  • Agitação ou sonolência

Existem pessoa que fazem parte de grupos de risco para o uso de cannabis como tratamento, como por exemplo:

  • Pacientes cardíacos (que devem evitar altas doses de THC)
  • Pacientes hipotensos (evitar doses altas de CBD)
  • Portadores de doenças psicóticas (evitar doses altas de THC)
  • Portadores de doenças psiquiátricas (a critério médico)
  • Pacientes com pré-disposição para esquizofrenia (evitar THC sem CBD) Gestantes e lactantes Crianças e adolescentes (evitar doses altas de THC)

A Clínica UIDi em números

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